O pai nasce, para todo sempre, exatamente no mesmo momento que nasce a mãe, na concepção do bebê.
Isso não significa que este homem exercerá a #parentalidade com essa criança. Esse detalhe, que faz toda a diferença, é uma escolha para ambos.
Enquanto a mulher gesta o filho no ventre e o alimenta do seu próprio corpo, a gestação do pai acontece no planejamento, na segurança da continuidade da vida que irá chegar.
É um processo de adaptação, de luto e questionamentos não tão visível, como a gestação na mulher.
Diferente da mãe no nascimento, que entra em estado de fusão emocional com o bebê, o pai se posta como um protetor desse vínculo aguardando os momentos que a mãe permite que seu amor seja dirigido a criança.
Esse detalhe é tão importante. este homem é o “pai certo” para essa criança mesmo que não seja o companheiro que a mãe espera. Ele faz parte da realidade da criança, da sua verdade.
Todo amor que esse pai consiga oferecer, a mãe deve permitir, e optar reconhecer ao invés de julgar, pode proporcionar uma relação um tanto mais virtuosa.
Um fato interessante que eu observo no acompanhamento das famílias, que quanto mais cuidadoso e envolvido com o bebê o pai se demonstra, mais atraídas por esse homem essa mulher se torna e além de nutrir a criança este homem nutre e inspira a continuidade de uma relação, agora não só conjugal, mas parental!
Funções Essenciais dos Pais: Nutrir, Conter, Orientar e Promover Autonomia
8 de agosto de 2023Nasce sem manual, sem receita, sem instrução, isso já sabemos. Ou não. Até descobrirmos o que, quando e como e de que forma as coisas…
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