Nenhuma mãe, em sua plena essência, se submeteria a dúvida de permanecer com seu bebê no colo.
São vozes externas ou uma dolorosa experiência na infância às únicas possibilidades que se interpõe entre a necessidade da mãe garantir a sobrevivência física e emocional do seu bebê e a necessidade de proteção e contato do mesmo.
O tempo no colo, oferece o ambiente ideal para o desenvolvimento da criança e é a possibilidade de experimentar essa dependência da mãe que sustentará os períodos de conquista da autonomia.
Deixar o bebê no colo não o deixa mal acostumado. Essa lenda que nos transmitiram fala da incapacidade do adulto atender às necessidades expressas da criança, a ponto sim, dela abrir mão para poder continuar existindo no que reconhece como a expectativa da mãe!
Uma mãe que permite apenas que seu filho seja bonzinho, que durma bem a noite e não dê trabalho, não espelha a verdadeira essência da criança mas uma ilusão que sustenta o sofrimento para o resto da vida.
Se seu filho reivindica seu colo e seu contato reconheça a força que nele existe, o comportamento adequado para manter-se saudável de corpo e alma.
Deixa no colo agora que é a hora, porque é na dependência que surge o desejo da independência. A pessoa saudável não desejará permanecer dependente!
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