Essa prática corriqueira de chamar as mulheres que estão dando a luz, ou que acabaram de ter seus bebês de mãezinha deve ser abolida imediatamente e para sempre.
Parece afetivo e carinhoso, mas como pano de fundo infantiliza, diminui. E para esta relação de fusão emocional que se inicia só pode existir uma criança.
Se somos o entorno dessa mulher, precisamos enaltecer sua potência, sua capacidade de aprender a se adaptar a seu bebê, encorajá-la a experimentar soluções e não tratá-la como um ser inferior que precisa ser conduzido, guiado ou que desperta piedade.
As mães são capazes de cuidar de suas crias quando são reconhecidas, incentivadas e apoiadas a ocupar esse lugar.
O papel da rede de apoio e dos profissionais que acompanham mães recém nascidas é acreditar na construção da sua autonomia e sua realização pessoal nesse momento que a sua vida apresenta. Precisamos oferecer todos os recursos para que suas experiências sejam bem sucedidas, mas a protagonista do sucesso é a mãe.
#Puerperio #Gestação #AgoraSouMae #MaternidadeReal
Rede de Apoio na Parentalidade: Como Construir e Sustentar
16 de agosto de 2023Sorte de quem tem, azar de quem não tem! Será? Rede de apoio, assim como tantas realidades da vida, precisam ser criadas, desenvolvidas e sustentadas.…
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