Compartilhar os cuidados de uma criança é uma forma sustentável e equilibrada de viver em nossa realidade atual, até pouco atrás era bastante natural que assim fosse. Porém o lugar da mãe na vida de cada pessoa é insubstituível, inegociável, jamais será terceirizado.
Sabemos o quanto esta relação, entre mãe e filho, influencia na vida de qualquer pessoa, a gente querendo ou não, concordando ou não, a relação sendo boa ou não. Obviamente a criança precisa também ter outras referências e convívio com outras pessoas num círculo de confiança e segurança que quem decide, via de regra, são os pais.
Ter um papel de tanta responsabilidade e de tanto impacto a curto, médio e longo prazo deveria ser tratado e cuidado com mais atenção, com iniciativas coletivas, conscientes da importância que esta função tem para a sociedade e o impacto pessoal na vida da nova mãe.
Tornar-se mãe, não é apenas ter um filho para cuidar. É garantir uma sociedade saudável. E nós coletivamente devemos dar a essa mulher as condições necessárias para exercer sua fundamental missão de forma potente e resiliente.
Arrisco afirmar que uma mulher que se sente reconhecida por toda dedicação e esforço para criar uma criança terá mais motivação e disposição para fazê-lo. Ela se sentirá valorizada em receber apoio para exercer essa função.
A dificuldade em aceitar a maternidade não está no fato de ter filhos, mas na sobrecarga de tarefas e renúncias feitas muitas vezes de forma solitária e invisível, somados ao seu processo pessoal de transformação.
Cuidar de quem cuida é a atitude de reconhecer o valor que essas mães geram em nossa sociedade e o quanto essa ação transforma o mundo.
Vamos juntos nessa causa? Eu já tenho uma mãe para apoiar! E você? Qual mãe você irá apoiar e cuidar?
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