Alguém me contou que no dia 13 de abril comemora-se o “Dia do Beijo”, e essa me pareceu a oportunidade perfeita para compartilhar uma informação que pode mudar a sua rotina.
Beijar, além de ser uma linda expressão de afeto, é uma das estratégias mais eficazes para lidar com o estresse excessivo. Mas atenção: não é qualquer beijo que tem esse poder. Para ser um beijo que “cura”, ele precisa durar, pelo menos, 6 segundos.
Por que seis segundos?
Porque esse é um tempo longo demais para beijar alguém de quem você não gosta ou de quem guarda ressentimentos. É um tempo impensável se você não se sente segura.
Para sustentar um beijo de 6 segundos, você precisa parar o que está fazendo e tomar consciência de que gosta daquela pessoa, confia nela e sente afeição. É um convite para se entregar ao momento presente.
Quando o seu cérebro registra esses sentimentos de afeto e segurança, ele envia um sinal claro para o seu organismo: “está tudo bem, você está segura”. É exatamente esse comando químico que permite que o ciclo fisiológico do estresse se finalize no seu corpo.
Lembrar disso me traz recordações lindas de partos que acompanhei, onde testemunhei as cenas mais emocionantes de beijos entre o casal, e o emocionante primeiro beijo dos pais no bebê.
Também me recordo de todos os beijos que me salvaram da exaustão e do desamparo, quando eu mergulhava na fofurice e acolhia o choro dos meus filhos. Beijar as nossas crias desestressa.
O beijo é um remédio potente, gratuito e está ao nosso alcance. Usufrua dele!
Quero saber de você: que história de beijo já te marcou ou te trouxe cura por aí? 👇
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