Acolhendo o choro do bebê: um guia de presença e empatia para pais conscientes
Amamentação 18 de janeiro de 2021 3 min de leitura

Acolhendo o choro do bebê: um guia de presença e empatia para pais conscientes

Depois que passamos a compreender as principais razões que disparam o estresse no organismo dos bebês e que resultam nos episódios de choro, surge a dúvida prática: o que podemos fazer, de verdade, quando o choro começa, sem cair na armadilha de tentar calá-los a qualquer custo? Quais atitudes práticas comunicam que estamos inteiramente disponíveis e acolhedores?

Acolher não significa silenciar de imediato; significa dar suporte afetivo enquanto o organismo do bebê descarrega e se regula. Para guiar os momentos de crise na sua casa, desenhamos um mapa de ação consciente.

O Passo a Passo do Acolhimento Empático

É completamente normal nos sentirmos impotentes ou ineficazes com um bebê chorando sem parar nos nossos braços. No entanto, a psicologia nos mostra que, mesmo quando o choro não para imediatamente, a sua presença calma está oferecendo o suporte afetivo e o andaime emocional necessários enquanto o organismo dele alivia o estresse acumulado. Você está curando, mesmo quando parece que não está fazendo nada.

Espaço da nossa Aldeia

Mudar a nossa postura diante do choro e resistir ao impulso de “calar” o bebê exige um autocontrole imenso dos adultos.

Como você costuma reagir internamente quando o choro do seu bebê se prolonga? Você sente que consegue sustentar o colo ou a sensação de ineficácia bate forte por aí? Deixe o seu relato nos comentários. Vamos continuar transformando as nossas dores em uma rede de liberdade e acolhimento mútuo.

Luciana Lima

Psicóloga • Especialista em Parentalidade

Psicóloga dedicada a ajudar famílias a construírem vínculos mais saudáveis e uma parentalidade mais consciente, acolhedora e prazerosa.