Essas facetas da maternidade não são colocadas em evidência. Não falamos que uma taxa significativa de mulheres adoece no pós parto.
Além da alta taxa de depressão, você sabia que a taxa de suicídio materno é maior que a morte por hemorragias pós parto?
O puerpério não é só um mar de felicidade e realização. As mulheres levam bastante tempo até se adaptarem e aceitarem as mudança na vida depois da maternidade, mesmo amando os filhos. Não são eles que causam o adoecimento materno, mas as condições internas e externas a que esta mulher está submetida.
A falta de rede de apoio, a expectativa que a sociedade tem de que a mulher de conta de tudo, o desgaste físico e emocional, o isolamento, a crise no relacionamento, a sensação de insegurança e fracasso. Sem falar do impacto financeiro e na carreira profissional. A cobrança de continuar sendo boa e dedicada em tudo que fazia antes.
É urgente pensarmos em estratégias efetivas para alterar essa realidade. A base da saúde mental é patrimônio construído na primeira infância, principalmente consequência da relação de vínculo do bebê com a mãe. O estado de saúde da mãe, além de trazer um sofrimento enorme em sua própria vida, gera consequências impactantes para a sociedade. Se queremos mudar o mundo precisamos cuidar de quem cuida de todo o mundo.
Hoje dia 05/05 farei uma live as 13h30 para falar sobre a prevenção ao adoecimento mental materno. Tema importante e que deve ser de interesse de todos.
Conheça a campanha #maiofurtacor
www.maiofurtacor.com.br
Explantar Silicone: Uma Decisão de Saúde e Bem-Estar na Maternidade
27 de setembro de 2022Dia 20/09/2022 eu encerrei e iniciei um importante ciclo na minha vida. Com muito apoio consegui tomar a decisão de fazer o #explantedosilicone e recuperar…
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