Mães e o Retorno ao Trabalho: Dilemas e Realidades Pós-Parto
Maternidade 6 de junho de 2019 2 min de leitura

Mães e o Retorno ao Trabalho: Dilemas e Realidades Pós-Parto

A volta ao trabalho é desde o início um momento de grande estresse sentido pela mãe. Ela passa um tempo precioso se perguntando, se questionando sobre esse evento! Muitas mulheres não veem a hora que isso chegue, pois ficar tanto tempo disponível para atender as necessidades de um bebê, não é nada confortável para ela. E certamente ela se cerca de equipes e pessoas de apoio para poder viver em realidade paralela à necessidade de fusão de seu bebê! O trabalho é uma fuga para sua sobrevivência emocional.
Para outras mulheres imaginar deixar o seu bebê com qualquer outra pessoa dói! Ela sente isso na carne. Ela quer estar presente. Está vinculada e não imagina que outra pessoa poderá cuidar tão bem de sua cria quanto ela! O que dizer? A realidade está distante do ideal que desejamos! Mulheres que querem voltar logo ao trabalho buscam conselhos que a liberem das consequências de suas decisões. Mulheres que desejam ficar buscam argumentos que as fazem sofrer ainda mais a separação! Hoje temos escolha! O critério que deveria ser ponderado em qualquer uma das situações é se a necessidade básica do bebê está sendo atendida! O trabalho não compromete nossa capacidade de amar e estar conectado assim como estar permanentemente presente não garante que a conexão esteja sempre mantida e as necessidades atendidas. Sejam livres em suas maternidades, quem diz se está tudo bem ou não é o bebê. Façam escolhas conscientes das consequências que sofrerão para o bem ou para o mal. Adultos são responsáveis!@luzenti #parentalidadeconsciente #maternidade #familiafeliz #aobabebe #filhosamados #apoioaopuerperio #parentallab #psicologia #educacaoparental #familialivre #maternidadeconsciente #escolhas #infancia #filhosfelizes #voltaaotrabalho

Luciana Lima

Psicóloga • Especialista em Parentalidade

Psicóloga dedicada a ajudar famílias a construírem vínculos mais saudáveis e uma parentalidade mais consciente, acolhedora e prazerosa.