Santa Isabel nos traz tantas reflexões preciosas.
História de uma mãe devota a Deus e que viveu seu maternar já em idade avançada. Numa época que mulheres inférteis viviam um estigma de maldição.
Não é de todo tão desatualizada esta temática.
Por um lado ainda vivemos a cobrança de gerar filhos em uma determinada idade e de termos como meta de vida a realização e o reconhecimento através do maternar. E por outro, acompanhamos o sofrimento de muitas mães que lutam arduamente e incansavelmente para viver a realidade da maternidade. Às vezes a vida exigiu demais na idade em que se estava fértil, outras vezes, por questões que o corpo fala e a mensagem não foi decifrada, ter filhos pode não ser possível.
As imagens do post falam muito comigo. Elas representam a intenção do meu servir diante de cada mãe que acompanho, que chegam até mim com suas dores e histórias.
Nas imagens vemos Isabel recebendo Maria, as duas grávidas. Eu sinto a empatia entre elas! Elas se celebram e se acolhem com entusiasmo e alegria. Como deve ser uma boa relação entre mulheres.
Celebro no nascimento de São João, o maternar de Santa Isabel. Que ela abençoe os ventres e mentes descrentes da abundância e prosperidade divinas trazendo renovação e esperança. Que inspire o entusiasmo, aceitação e alegria em nossos corações.
E que a empatia, o acolhimento e o respeito ao próximo que pulsa na festa de São João inspire e aqueça nossas relações, permitindo experimentar a comunidade de forma segura e festiva.
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